Professora de História com umas recaídas de futilidade.Adora ler e estudar, mas nas horas vagas blogar e entrar no Facebook. Usa óculos, mas adora estar na moda.Sempre com um livro na mão e no ombro uma bolsa nova.
Ama o Egito, seus costumes e história desde quando era pequena, mas sempre está ligada no que acontece com sua cidade, o RJ.
Este “post” que estou colocando aqui hoje serve além de divulgar a notícia que está sendo muito comentada nos jornais e rádios do Rio, também serve como um protesto para alertar a todos sobre o prejuízo que o Rio terá caso venha essa emenda for aceita.
Venho por meio deste e-mail enfatizar meu descontentamento perante a toda essa situação, mesmo não participando do evento “ao vivo e a cores”, estarei aqui divulgando minha indignação por mais uma “M” que nosso governo brasileiro irá cometer. Agora é lutar pelos direitos de nosso Estado e aguardar a decisão das autoriadades.
Todos que possam participar do evento, o façam por que só assim, lutando pelos direitos, que possamos conseguir o que é nosso!!!!!
Segue abaixo a notícia divulgada pelo site online da Band:
“O governo do Rio de Janeiro irá realizar uma passeata para protestar contra a emenda apresentada pelo deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), na tarde desta quarta-feira, no centro da cidade. A emenda modifica as regras de distribuição dos royalties do petróleo do Estado.
O prefeito do Rio, Eduardo Paes decretou ponto facultativo dos servidores do Estado a partir das 15h de hoje. Na Baixada Fluminense, o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, decretou ponto facultativo a partir do meio-dia. Com horários de metrô e barcas reforçados, a prefeitura orientou a Secretaria Municipal de Educação a liberar alunos e professores às 15h. A concentração será às 16h, na Candelária, de onde seguirá até a Cinelândia. Estão previstos mais de 150 mil pessoas para participar do protesto, dentre elas artistas, como a apresentadora gaúcha Xuxa Meneghel, Fernanda Abreu, Alcione, Toni Garrido e Neguinho da Beija-Flor também já confirmaram presença.
O site da OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil) do Rio de Janeiro informa que a Justiça vai encerrar seu expediente no horário determinado para aderir ao protesto.
Emenda
A emenda criada pelo deputado Ibsen Pinheiro prevê a redistribuição dos royalties obtidos com a exploração do petróleo entre todos os Estados e municípios, com base nos fundos de participação.
Na prática, a emenda fará com que os Estados produtores - como o Rio, São Paulo e o Espírito Santo - passem a receber menos.
Com a mudança, o Estado carioca perderia cerca de R$ 5 bilhões e as cidades, no geral, perderiam cerca de R$ 2 bilhões.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, declarou no sábado que a Emenda Ibsen Pinheiro põe em risco a realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. “
Na sede dos Jogos Olímpicos de 2016, monumentos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar terão suas luzes apagadas no dia 27
Sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro será a cidade símbolo da segunda edição brasileira da “Hora do Planeta”. O evento é um alerta contra o aquecimento global: no dia 27 de março, entre 20h30 e 21h30, a iluminação de vários monumentos e pontos-chave da cidade será desligada. A ação estimulará os moradores a também apagarem as luzes de suas casas.
Além do Cristo Redentor e da Praia de Copacabana, que tiveram suas luzes apagadas em 2009, serão desligados os refletores da Praia do Arpoador, da Igreja Nossa Senhora da Penha, do Pão de Açúcar e do Jockey Club Brasileiro. A prefeitura do Rio também vai levar a mensagem da Hora do Planeta para mais de 800 mil crianças de escolas da rede municipal de ensino.
A expectativa é que o movimento Hora do Planeta mobilize 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. No ano passado, 113 cidades brasileiras – incluindo 13 capitais – apagaram as luzes para ajudar a conscientizar as pessoas sobre o aquecimento global.
Rio de Janeiro (O Repórter) - No dia 1º de março, quando a cidade do Rio de Janeiro comemora 445 anos de fundação, a comemoração pela data será dupla. A Prefeitura do Rio/Riotur, em parceria com a Globo-Rio e a Central Única de Favelas (Cufa), vai promover um show histórico na Cidade de Deus, Zona Oeste da cidade, para comemorar a nova idade do Rio e o clima de paz que impera na comunidade desde a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), em fevereiro do ano passado.
A noite de shows terá início às 18h e contará com grandes estrelas da música brasileira, como o baiano Gilberto Gil, que sobe ao palco, às 21h, para cantar ao lado de sua filha, Preta Gil. Além do ex-ministro, a programação contará ainda com a nova sensação da MPB, a cantora e compositora Maria Gadú, o rapper MV Bill e do grupo de samba Revelação. Os shows acontecerão no Campo do Karatê e a entrada é franca.
Show de Aniversário do Rio
Data: 1º de março, a partir das 18h
Local: Cidade de Deus, Campo do Karatê.
Shows com Gilberto Gil, Preta Gil, Maria Gadú. MV Bill e Revelação.
Entrada Franca
Quando te olho, Rio, esqueço-me de quem sou
E admiro tua paisagem forte,
De pesos e nuances tantas
Que o fôlego adquire um ar de nobre.
E esses teus mares, montanhas e céu invejáveis,
Tua Baixada e tua Zona Sul,
De tropeços tão únicos,
Que fazem de ti a desarmoniosa escultura
De um palco alvissareiro e elegante,
Que se estampa nas prateleiras
E esconde teus quintais.
Quando te olho, Rio, orgulho-me de tua acolhida.
E dentro deste peito uma coisa cresce certa,
Tal qual um assombro de ternura e vaidade.
Quando denuncias, de braços abertos,
Que és casa de boa conduta, tomada em doce canção,
E percorro tuas Linhas, sejam Amarelas, Verdes ou Vermelhas,
Que trazem aos visitantes a realidade das favelas.
Estas mesmas que decoram teus morros
E que, à noite, transformam-se em aquarelas luminosas.
E lá, do outro lado, por onde escorrem as Serras,
Não escondes as maravilhas que a ti pertencem Quando te olho, Rio, retrocedo em muitas infâncias
E enriqueço-me com tuas glórias e louvores
Que traçaram muitos rumos escutando teus lamentos
De Zona Oeste e Zona Norte, que complementam o labirinto
De onde muitos desconhecem valores ímpares
Da carioquice resguardada em velados preconceitos
De sua ruas, travessas, avenidas e estradas
Lagoas, riachos, florestas e toda a gente carioca
E nasce a pergunta que explode em tantos gritos:
"Quem pode te olhar com desdém,
Quando dois braços abertos
São os convites à elegância de tuas formas?"
Quando te olho, Rio, esqueço-me de quem sou...
Autora: Márcia Ribeiro
Por André Delacerda
Estava tentando imaginar, fazendo uma volta no tempo, tentando me inspirar nas gravuras, rabiscos, mapas de época que povoam os museus lusitanos, e daqui. Tentando sentir o momento da descoberta vivido pelo navegador Gaspar de Lemos no dia 1º de janeiro 1502, ao encontrar montanhas esplendoras, uma floresta densa e verdejante, uma enorme baía de águas cristalinas, abraçada e emoldurada por grandes monolitos. Baía esta, que de tão grande foi confudida pelo navegador, que acreditar ser ali um rio, fato que o inspirou a batizar a então terra descoberta, como Rio de Janeiro.
De lá para cá, se passaram 445 anos de uma história rica com: corajosos homens que desbravaram estas terras cariocas; expedições que imortalizaram desde aquela época as paisagens que fascinam até hoje, a gente daqui e de todo o mundo. Foram inúmeras invasões; batalhas pela posse da terra com estrangeiros e índios; o enforcamento do herói inconfidente Tiradentes; o acolhimento da Família Real, então em fuga de Portugal por causa de Napoleão; a transformação da província em sede do Império Português.
E os momentos marcantes que essa cidade viveu, que estão nas páginas da história e da vida dos brasileiros, não param por ai, somam-se ainda: a tão esperada Abolição da Escravatura; a Proclamação da República; a Era Vargas, que culmina com seu suicídio no Catete; o apogeu e adeus a mais carioca das portuguesas, a imortal Carmem Miranda; a eleição de JK, que daria início, há certamente um dos fatos que marcou e ainda marca esta cidade, inclusive com sequelas, a transferência da Capital Federal, do litoral para o Centro-Oeste.
O Rio ainda viveu e foi palco da luta popular e política contra a Ditadura Militar; vibrou com os grandes comícios das Diretas Já; e viu o país se redemocratizar.
O Rio viveu momentos mágicos na cultura que imortalizaram a cidade e seu modo de ser através dos contos de Machado de Assis; da poesia de Noel; da música de Cartola e Pixinguinha; do balanço da Tropicália; e do marcante nascimento da Bossa Nova, com a palavra os mestres Tom e Vinícius.
O Rio não é só carnaval, não é só futebol, é mais que tudo isso.
É muito além, de ser uma das mais famosas esquinas do mundo. É uma grande coxa de retalhos de vários brasis. Uma mistura de gente de todos os cantos, que se mistura com a mais pura e inteligente criação da natureza.
O Rio é como seu maior símbolo.
Está de braços abertos para acolher a todos, convidando-os para juntos contemplar essa “Maravilha de Cenário”, como já dizia os versos do sambista Silas de Oliveira.
Parabéns a querida Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.
Os marinheiros já conheciam um Rio de Santa Luzia ou Santa Lucia, que corresponde ao atual Rio Caravelas; e também, na costa da África, já existia uma baía com nome idêntico; portanto, não é de se estranhar que tivessem procurado batizar o sítio da Guanabara de maneira nova, evitando indução a erro de navegadores.
Como a partida se deu a 26 ou 27 de dezembro, a mentalidade dos homens de mar, integrados num quadro social menos arraigado à cronologia fixa, poderia levar à fácil confusão com o mês de janeiro.
O topônimo Rio de Janeiro poderia ter significado "o rio de onde partimos no início de janeiro".
No decorrer da viagem, o nome teria se fixado na conversa dos tripulantes, recebendo fácil aceitação. A partir daí, se gravou na cartografia e nas fontes históricas.
A Fundação da Cidade
Estácio de Sá foi o fundador da Cidade do Rio de Janeiro, em 1º de março de 1565. O objetivo da fundação foi dar início à expulsão dos franceses que já estavam na área há 10 anos. Morreu em 20 de fevereiro de 1567, um mês depois de expulsar os franceses, em conseqüência de uma infecção no rosto causada por uma flecha envenenada, que o feriu durante os combates.
Mem de Sá, terceiro governador-geral do Brasil e tio do fundador da cidade transferiu, após a morte de Estácio de Sá, a cidade da área da Urca para o Morro do Castelo com o objetivo de melhor defender a cidade de ataques. Passou, em seguida, o governo do Rio de Janeiro para outro sobrinho, Salvador Correia de Sá.
Com o primeiro governo de Salvador Correia de Sá em 1568, inicia-se o que poderíamos chamar de dinastia carioca dos Correia de Sá. Com grande e enorme prestígio no Rio de Janeiro, por quase um século três gerações dos Correia de Sá governariam o Rio de Janeiro repetidas vezes. A Ilha do Governador possui esse nome por ter sido um engenho de açúcar de Salvador.
Por dentro da História do Rio de Janeiro
O litoral fluminense atraiu colonizadores portugueses e corsários franceses em razão do rendoso comércio de pau-brasil.
Combatendo os franceses instalados na Baía de Guanabara, Estácio de Sá, sobrinho do governador geral Mem de Sá, funda a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 1º de março de 1565.
Ocupando posição estratégica no litoral sul da colônia, na Baía de Guanabara, a povoação cresce como região portuária e comercial. No século XVIII, com o desenvolvimento da mineração, o Porto do Rio de Janeiro torna-se o principal centro exportador e importador para as vilas de Minas Gerais, por onde saem ouro e diamantes e entram escravos e manufaturados, entre outros produtos. Em 1763 a cidade transforma-se na sede do Governo Geral, em substituição a Salvador.
Em 1808, com a chegada da família real, o Rio torna-se a sede do governo português. Após a independência, a cidade continua como capital, enquanto a província enriquece com a agricultura canavieira da região de Campos e, principalmente, com o novo cultivo do café no Vale do Paraíba. Para separar a província e a capital do Império, a cidade converte-se, em 1834, em município neutro e a província do Rio de Janeiro passa a ter como capital Niterói.
Como centro político do país, o Rio concentra a vida político-partidária do Império e os movimentos abolicionista e republicano. Durante a República Velha, com a decadência de suas áreas cafeeiras, o estado perde a força política para São Paulo e Minas Gerais.
O processo de enfraquecimento econômico e político do Rio continua após a Revolução de 1930. A economia fluminense não se beneficia da industrialização,apesar de o estado ser escolhido para sediar a Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, ponto de partida para a implantação da indústria de base no país.
A cidade do Rio de Janeiro mantém-se como importante zona comercial, industrial e financeira, mas com a mudança da capital federal para Brasília, em 1960, o declínio do novo estado da Guanabara é inevitável. Em 1974 os estados do Rio de Janeiro e Guanabara fundem-se por determinação do Regime Militar, constituindo o atual estado do Rio de Janeiro. Com o objetivo de recuperar a sua importância política e econômica os governos militares fazem grandes investimentos no estado, como a construção de Angra I e Angra II, no município de Angra dos Reis, e a implantação do pólo petrolífero na bacia de Campos, a mais produtiva do país.
Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa
O maranhense Coelho Neto, o "Príncipe dos Prosadores Brasileiros", escritor, jornalista, professor e membro fundador da Academia Brasileira de Letras, criou este sinônimo para o Rio de Janeiro em 1908, nas páginas do jornal "A Notícia".
Em 1934, o compositor baiano André Filho lança, para o carnaval uma das músicas brasileiras mais famosas de todos os tempos, transformada em Hino do Rio de Janeiro: Cidade Maravilhosa (cheia de encantos mil, cidade maravilhosa, coração do meu Brasil).
O Rio de Janeiro é uma cidade para ser ouvida, admirada, percorrida, descoberta. Esta é a única maneira de entender porque o Rio é incomparável!
As violentas enchentes e asenxurradas durante o período oficial das chuvas vêm reforçar o que já é evidente. O Brasil não está imune às tragédias naturais e o Homem, cada vez mais, está invadindo o espaço da natureza.
Os deslizamentos de terra ocorridos na virada do ano deixaram 74 mortos na região de Angra dos Reis e Ilha Grande, no Rio de Janeiro e trouxeram à tona novamente, a discussão da ocupação irregular no país.
Especialistas, entre eles geólogos e meteorologistas, afirmam que hoje temos tecnologia suficiente para monitorar com maior precisão um evento de chuva em uma determinada área com 48 horas de antecedência, além de ter o conhecimento sobre as regiões historicamente mais suscetíveis aos altos índices pluviométricos.
Em novembro de 2008, outra tragédia devastou o Vale do Itajaí em Santa Catarina. Foram800 milímetros de chuva em apenas um dia. Agora, em Angra dos Reis, foram mais de 430 milímetros em três dias. Nos dois exemplos, o volume de água foi extremamente superior às médias históricas e chamou a atenção.
O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, o IPCC, classifica os dois casos como eventos extremos que se tornarão mais frequentes. Especialistas da área defendem que as regras de ocupação do solo terão de ser mais rigorosas. As construções de casas, estradas e pontes também terão de ser repensadas.
“Antes nós não tínhamos eventos dessa intensidade com tanta frequência, os projetos antigos não consideram este cenário”, afirma o engenheiro Francisco, Yutaka Kurimori, do Crea-SP.
Diante dos alertas, os órgãos de defesa precisam agir com rapidez. O planejamento e a prevenção ainda são nossas maiores falhas frente aos fenômenos naturais. Hoje, estima-se que 40 milhões de pessoas vivam em áreas consideradas de risco, segundo a organização não governamental Amigos da Terra. O risco não está apenas nas encostas, mas também nas várzeas dos rios.
Na periferia de São Paulo, bairros ainda vivem o drama das enchentes causadas pelo transbordamento do Rio de Tietê. O Jardim Romano e o Jardim Pantanal ficam em uma área de várzea e há três semanas as famílias convivem com a água suja que invadiu ruas e casas inteiras.
As destruições constantes causadas pelas chuvas, estão trazendo ao Brasil um problema que não mais poderá ser ignorado: os refugiados do clima. São milhares de pessoas que fatalmente um dia terão que abandonar suas terras por conta das cheias, riscos de deslizamentos e enchentes.
Apenas um bairro no Rio de Janeiro pode agregar variadas manifestações musicais sem ofuscar gêneros e artistas. O local é a Lapa, no centro da cidade, onde fica a emblemática obra dos Arcos da Lapa. Palco para o lirismo das letras do samba, os acordes do som do nordeste e a modernidade da música eletrônica, todos convivem em perfeita harmonia nos bares espalhados pelas ruas Mem de Sá, Riachuelo e Lavradio.
Desde o início da década de 50, a Lapa já era um dos principais pontos de referência da vida noturna da cidade. O local, com seus famosos cabarés e restaurantes, era considerado a “Montmartre Carioca”, freqüentada pela fina flor dos artistas, intelectuais, políticos e diplomatas. Daquela época até hoje, a Lapa continua a pulsar. A Prefeitura do Rio já restaurou boa parte do bairro, que manteve quase intacta a arquitetura original dos prédios do início do século, a principal característica do lugar. Visualmente, o local é um banho de história, abrigando os centenários Arcos da Lapa, o Passeio Público, a Escola Nacional de Música e a Igreja de N. Sra. da Lapa são verdadeiros ícones do Rio Antigo.
Mas é quando a noite cai que a Lapa mostra porque já se firmou como atração cultural da cidade. A Sala Cecília Meirelles, considerada a melhor casa de concertos de música de câmera do Rio, divide a rua com o bar Asa Branca, onde o malandro vai procurar música popular e forró. Bares como o Semente e do Ernesto têm a manifestação mais carioca do samba, o chorinho. Para os fãs de rodas de samba, as dicas são o Emporium 100 e o Rio Scenarium, que durante o dia funcionam como antiquários. Os mesmos estilos musicais invadem também o Carioca da Gema, a Casa da Mãe Joana e o Dama da Noite.
As batidas do house, techno e outras nuances modernas, além de shows de grandes artistas da MPB, encontram espaço na Fundição Progresso, e não raro, em eventos promovidos ao ar livre, usando sempre um dos arcos como teto e cenário para as performances.
Ainda na mesma Lapa, restaurantes como Nova Capela, Manoel e Joaquim e Bar Brasil garantem a noite oferecendo boa gastronomia. De fato, é nesse espaço multicultural que o carioca reencontra suas origens e o turista faz um passeio pela história num dos mais preciosos conjuntos arquitetônicos do Rio de Janeiro.