
Para o Secretário estadual de Turismo, Ronald Ázaro, a inclusão da Rocinha na lista é estranha, uma vez que antes mesmo da pacificação já havia uma grande procura de turistas para visitar a favela. Agora esse número cresceu ainda mais.
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O público carioca vai poder vivenciar nessa mostra cerca de 300 obras entre tapeçarias, fotografias, pinturas, esculturas, vestimentas e muitas outras manifestações estéticas
A Secretaria Municipal de Cultura, em parceria com o Museu Afro Brasil (de São Paulo), traz ao Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica a exposição África Ancestral e Contemporânea As Artes de Benin para mostrar a arte ancestral, tradicional, e também a contemporânea produzida por um dos berços da nação brasileira, o Benin país localizado na região ocidental da África.
Com a curadoria de Emanoel Araujo (artista plástico e diretor-curador do Museu Afro Brasil), a exposição mostra a potencialidade de um dos povos mais criativos daquele continente, retomando a vida e a arte de Benin, mostrando seus artistas mais representativos da atualidade, mas sem esquecer a tradição, o cotidiano da vida e da cultura daquele pedaço da África também, um dos berços fundamentais de todos os brasileiros.
Benin significa uma pujante nação de criadores de uma estética com profundos laços ancestrais e com jovens artistas contemporâneos, grandes criadores como pintores, escultores, instaladores. A Mostra conta com nove artistas de Benin, internacionalmente reconhecidos: Dominique Zinkpe, Aston, Tchif, Quenum, Tokoudagba, Eloi Lokossou, Kifouli Dossou e Edwige Aplogan.
O público carioca vai poder vivenciar nessa mostra cerca de 300 obras entre os apliqué (tapeçarias feitas com recorte de tecidos que mostram os símbolos reais do Benin desde o século XV ao século XIX), fotografias, pinturas, esculturas, uma grande instalação de Aston (que representa com mais de 300 peças a grande embarcação que une o torrão africano levado por barcos carregados de gentes para o lado de cá do Atlântico), grandes máscaras para os deuses do Vodou, vestimentas e muitas outras manifestações estéticas, que por certo fará dessa exposição um alentado conhecimento dos nossos irmãos do lado de lá do Atlântico.
Exposição África Ancestral e Contemporânea As Artes de Benin permanece no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica do Rio de Janeiro (Rua Luis de Camões, 68. Tel: 2242-1012) até o dia 04 de setembro. Terça a sexta-feira, das 11h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h. A entrada é franca e tem acesso para deficiente físico (elevador).

Os coveiros do Cemitério São João Batista entraram novamente em greve, nesta quarta-feira, devido ao não pagamento dos salários deste mês. Segundo os funcionários, os atrasos têm sido frequentes, sem que haja explicações por parte da Santa Casa da Misericórdia. Apesar da paralisação, dois sepultamentos foram realizados, com atraso de uma hora. Ainda estão programados mais quatro enterros para a quarta-feira.
O representante do sindicato dos funcionários do Cemitério São João Batista, Marcos Flávio de Mendonça, disse que a partir de junho os coveiros entram em greve no quinto dia útil de cada mês se o salário não for depositado pela Santa Casa. Segundo funcionários e o sindicato que representa a categoria, a Santa Casa não paga INSS e Fundo de Garantia desde 1996.
Geraldo Magela, que trabalha há 30 anos como coveiro, diz que o problema dos atrasos nos salários ocorre há pouco mais de um ano:
- Desde sexta-feira, a Santa Casa alega problemas com o banco para não depositar. Ontem, afirmou que o dinheiro já havia sido enviado para nossa conta, mas isso não aconteceu. Ainda aguardamos as parcelas do dissídio que deveriam ter sido depositadas desde fevereiro.
Em nota, a Santa Casa informou que já está realizando o pagamento dos salários, que devem estar disponíveis nas contas dos funcionários até quinta-feira.
Na terça-feira,o grupo também protestou contra o problema, colocando em prática uma operação tartaruga, que atrasou enterros. Os grevistas optaram por não paralisar totalmente para não prejudicar o público. Após uma reunião, a direção da Santa Casa da Misericórdia comprometeu-se a pagar os salários de abril de 49 funcionários, fazendo com que a greve fosse suspensa. No entanto, eles disseram que os salários não foram depositados.
No fim de março, os coveiros do Cemitério do Caju, também administrado pela Santa Casa, já haviam protestado contra os salários atrasados. O problema atrasou a realização de pelo menos 12 sepultamentos.
Outros seguranças conseguiram conter o agressor, que foi levado para a 44ª DP (Inhaúma). Segundo a concessionária, o trem ficou parado na estação por cerca de dez minutos para o socorro ao passageiro. Ele e o segurança receberam os primeiros socorros no local e depois foram levados para o Hospital Quinta D'Or. Ainda não se sabe o que motivou a agressão ao passageiro.
Em nota, o Metrô Rio lamentou o incidente e informou que está arcando com as despesas dos feridos.
A Agetransp instaurou um processo para apurar o ataque."

Publicada em 13/05/2011 às 00h15m
Duilo VictorDe acordo com testemunhas, os assaltantes entraram no metrô pela Linha 2, na Estação Maria da Graça, e chegaram à Linha 1 depois de fazerem baldeação na Central do Brasil. Agrupados no último vagão, os ladrões anunciaram o assalto logo depois que a composição partiu da Praça Onze.
- Os bandidos mandaram os passageiros se jogarem no chão. Tentei lutar com um deles para proteger a minha mochila. Mas ele colocou a arma no meu rosto. Perdi celular e a mochila - contou a estudante Camila Amorim Carneiro, uma das vítimas.
Composição ficou parada entre duas estaçõesO pânico provocado pelo anúncio do assalto fez com que os passageiros tentassem fugir para outros vagões, pelas portas de comunicação. De acordo com testemunhas, uma mulher acionou uma trava de segurança. Nesse momento, a composição parou entre as duas estações.
- Os assaltantes mandaram que fôssemos rápidos e jogássemos os pertences sobre os bancos do vagão. Eram muito novos e estavam nervosos. Ficamos com medo de que eles atirassem - contou uma advogada, que não quis se identificar.
A Estação Estácio foi esvaziada por seguranças do metrô e os alto-falantes só anunciaram o restabelecimento da circulação dos trens às 22h02m. De acordo com a concessionária Metrô Rio, a Linha 1 ficou parada entre Central e Saens Peña das 21h15m às 21h50m.
Quatro policiais militares entraram no túnel e procuraram os assaltantes, mas não tiveram sucesso.
- No Estácio, quando as portas se abriram, as pessoas saíram correndo. Muita gente caiu e alguns, com medo dos tiros, tentaram se abrigar atrás de pilastras - contou a jornalista Sônia Ataíde."
